

Inovar no varejo físico depende de duas coisas que andam juntas: boas parcerias e a tecnologia certa para colocar a ideia em pé rápido. A nova loja conceito da Ri Happy é um exemplo claro disso. Em vez de tratar a loja apenas como ponto de venda de brinquedos, o Grupo Ri Happy desenhou uma jornada de experiência que reúne brinquedoteca, festas, cafés e outros momentos para as famílias. E no coração dessa operação está o Nexaas PDV, rodando direto na maquininha da adquirente.
A proposta da loja conceito é transformar o espaço físico em destino de experiência, não só em prateleira. A criança brinca, a família participa de festas e todos passam pelo café da Biscoitê instalado dentro da loja. Cada uma dessas frentes é um novo modelo de negócio operando sob o mesmo teto, com a tecnologia precisando dar conta de fluxos diferentes ao mesmo tempo.
O café é o melhor recorte para entender o desafio. Ele tem operação própria, com sua dinâmica de venda e fechamento, mas precisa conversar com o ecossistema da Ri Happy como um todo. É aí que a venda assistida e o ponto de venda móvel deixam de ser detalhe e viram a peça que faz o modelo funcionar.
O Nexaas PDV é uma solução 100% móvel que roda em dispositivos Android e funciona online e offline. No café da Biscoitê, isso significa fechar a venda em qualquer ponto do espaço, sem amarrar a operação a um caixa fixo. O atendimento acontece onde o cliente está, e a venda se completa na própria maquininha da adquirente.
A integração também é parte central da história. O PDV não opera isolado: ele conversa com todo o ecossistema tecnológico da Ri Happy, o que mantém pedidos, fiscal e fluxos operacionais alinhados entre o café e o restante da loja. A doçura e a expertise da Biscoitê ficam na vitrine, enquanto a tecnologia organiza os bastidores.
O ponto que torna esse case relevante para quem opera redes de varejo é o custo de experimentar. Testar uma nova frente de negócio costuma esbarrar em investimento pesado em hardware e em projetos longos de integração. Com o PDV rodando na maquininha, a Ri Happy conseguiu colocar o café em operação com CAPEX zero, otimização de OPEX e comprovação rápida de retorno, porque não foi preciso montar uma estrutura física dedicada de caixa.
Esse é o tipo de movimento que separa quem só fala em inovação de quem consegue executar. Quando a tecnologia simplifica o teste, o varejista ganha liberdade para validar novos modelos com agilidade e decidir, com base na operação real, o que escalar.
O projeto reúne Ri Happy, Biscoitê e Nexaas, cada uma fazendo o que sabe melhor. A Ri Happy desenhou a jornada de experiência e a visão de loja conceito. A Biscoitê trouxe a operação do café, e a parceria com a Nexaas não começou aqui: a marca já usava o Nexaas PDV nas suas próprias lojas e cafés, o que tornou a entrada na loja conceito uma extensão natural de uma tecnologia que ela já conhecia e confiava. E a Nexaas entregou o PDV e a integração que sustentam a venda no dia a dia. É essa combinação de marca, operação e tecnologia que faz um novo modelo de negócio sair do papel e virar venda.
Para a Nexaas, viabilizar iniciativas como essa reforça um propósito simples: simplificar a tecnologia para que o varejista teste e implemente novos modelos com velocidade. O varejo não para, e a função da tecnologia é garantir que os projetos também não parem.
É um formato de loja física que transforma o espaço em jornada de experiência, reunindo brinquedoteca, festas, cafés e outros momentos para as famílias, em vez de funcionar apenas como ponto de venda de brinquedos.
O Nexaas PDV é o ponto de venda que opera o café da Biscoitê dentro da loja. É uma solução móvel, roda online e offline em Android, fecha a venda na maquininha da adquirente e se integra ao ecossistema tecnológico da Ri Happy.
Porque ele reduz a barreira de entrada. Rodando na própria maquininha, permite iniciar uma nova frente de negócio com CAPEX zero e estrutura enxuta, o que acelera o teste e a comprovação de retorno no varejo físico.