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O que seu software de gestão para varejo omnichannel está custando sem aparecer no balanço

Mulher usando um notebook com um sistema de gestão de pedidos aberto, em um centro de distribuição com prateleiras cheias de caixas ao fundo.
Por
Nexaas
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30/JUN/2026

Ruptura de estoque, frete inflado e abandono de carrinho consomem até 25% da receita. Veja o que um software de gestão para varejo omnichannel resolve.

Qual o ROI de um software de gestão para varejo omnichannel corporativo? A implementação de um software de gestão para varejo omnichannel robusto, como a tecnologia nativa da Nexaas, pode gerar um ROI superior a 400%. O retorno vem da redução de rupturas de vendas, da otimização de até 15% do inventário, da queda nos custos logísticos e da aceleração em até 15x no atendimento de pedidos.

Tecnologia no varejo deixou de ser suporte para virar a principal alavanca de resultado

Durante anos, a tecnologia de varejo foi vendida como retaguarda, um custo necessário para "rodar a operação". Esse enquadramento era caro porque escondia o verdadeiro ativo em jogo e permitia que decisões de investimento tratassem sistemas de gestão como linha de despesa, e não como multiplicador de receita.

O mercado corrigiu esse equívoco com dados duros. A ruptura de estoque retira em média 15% das vendas potenciais de um varejista, e o custo global deste problema chega a US$ 1,1 trilhão por ano, segundo levantamento do IHL Group. São produtos que o cliente quis comprar, que a empresa tinha condição de entregar, mas que sumiram da prateleira física ou do catálogo digital por falha no controle do estoque. 

Em uma operação de R$ 200 milhões de receita potencial, isso representa R$ 30 milhões destruídos por ano, não por falta de demanda, mas por falha operacional corrigível. Esse número ainda não conta o efeito em cadeia: o cliente que não encontra o produto não só deixa de comprar naquela visita. Em varejo competitivo, ele vai ao concorrente, converte lá e frequentemente não volta.

Mais imediato ainda é o dado sobre abandono de carrinho. O Baymard Institute, que acompanha essa métrica em dezenas de estudos globais, registra taxa média de abandono próxima de 70%. Uma parcela expressiva dessas desistências, em torno de 66%, acontece por problemas de frete e logística: não por preço elevado, não por desconfiança na marca, não por interface ruim, mas por falta de capacidade de calcular o frete correto, estimar um prazo realista ou apresentar opções de entrega competitivas. Isso é de fácil resolução com a plataforma certa de gestão de varejo.

Esses números mostram o tamanho do dinheiro que fica na mesa. Um varejista médio-grande deixa entre 15% e 25% de receita potencial para trás por limitações de plataforma, não por limitações de mercado. O custo dessa perda se distribui de forma silenciosa e aparece como margens abaixo do potencial, como frete inflado que corrói o resultado digital e como estoque imobilizado que consome capital de giro sem gerar retorno. O problema não é passageiro, é de estrutura. E a solução não é operacional, é tecnológica.

A virada que todo varejista precisa fazer na análise tecnológica parte de uma percepção simples: o software de gestão para varejo omnichannel não é sistema de registro, mas o mecanismo pelo qual margem é preservada ou destruída a cada pedido processado. Cada roteamento correto gera eficiência; cada decisão errada de onde buscar o produto gera desperdício. Em operações com milhares de pedidos por dia, a diferença entre uma plataforma mediana e uma de alta performance se mede em pontos de margem, não em satisfação do time interno.

O resultado financeiro no varejo deixou de ser tema de reunião de planejamento estratégico para se tornar consequência direta da qualidade tecnológica do dia a dia operacional. Isso muda completamente o critério de escolha de plataforma e o critério de justificativa para o conselho ou para o acionista.

O impacto no balanço — o que exigir de um software de gestão para varejo omnichannel

A avaliação de uma plataforma omnichannel costuma se perder em funcionalidades e integrações. O que importa para quem aprova o investimento é diferente: quais pilares do sistema convertem em linha de resultado? Há três que respondem diretamente ao balanço e que separam uma plataforma que justifica o investimento de uma que apenas consolida dados.

O primeiro pilar é a visibilidade de margem em tempo real. Um software de gestão para varejo omnichannel que não consolida estoque, custo de frete, custo de separação e envio e preço de venda por canal em uma única visão operacional força o gestor a tomar decisões às cegas. Promoções são aprovadas sem saber se são lucrativas por canal. Pedidos são roteados sem comparar o custo real de entrega entre lojas disponíveis. O mês fecha com margem bruta abaixo do previsto e ninguém consegue rastrear onde a perda aconteceu. Visibilidade em tempo real não é funcionalidade de relatório. É o que permite tomar decisões operacionais com segurança.

O segundo pilar é a redução de desperdícios operacionais em três frentes concretas: estoque parado em loja física invisível para o canal digital, que é dinheiro parado sem gerar venda; frete calculado sem otimização de origem, um custo evitável que corrói a margem por pedido; e pedidos cancelados por ruptura localizada, que é receita destruída por falha de visibilidade, não de disponibilidade real. Uma plataforma que não resolve esses três problemas ao mesmo tempo não é omnichannel. É multicanal com sistemas separados, o que perpetua exatamente o problema que o varejista quer superar ao investir em tecnologia de gestão.

O terceiro pilar é o atendimento de pedidos nativamente omni. Sistemas que adicionaram omnichannel como módulo depois da estrutura original geram exceções operacionais, requerem intervenção manual e criam gargalos nos picos de demanda, que é exatamente quando o custo de falha é mais alto. Um sistema feito para omnichannel desde o início trata qualquer origem de pedido, seja marketplace, e-commerce próprio, loja física ou aplicativo, com as mesmas regras de negócio, o mesmo motor de estoque e o mesmo prazo de entrega. Sem exceções, sem tratamento especial por canal e sem escalada para o time de TI quando o volume aumenta.

A consequência prática de não ter esses três pilares alinhados é o "custo escondido de ter sistemas separados": cada integração manual, cada planilha de conciliação entre canais e cada decisão tomada sem visibilidade completa geram ineficiência que não aparece como linha de custo no resultado, mas corrói a margem de forma sistemática. 

Para o CFO que precisa montar o business case internamente, a lógica é direta: o custo de manutenção de uma operação multicanal com sistemas separados, com licenças múltiplas, equipe de integração, retrabalho e perda de receita por ruptura, supera com margem o investimento em um sistema omnichannel integrado. O investimento não é trocar um sistema por outro. É eliminar uma estrutura de custo recorrente e substituí-la por uma alavanca de geração de receita.

Pick up Store e Prateleira Infinita geram caixa imediato

Dois mecanismos operacionais do varejo omnichannel têm impacto financeiro imediato e que dá pra medir, e costumam ser deixados de lado na hora de montar o business case de investimento.

O Pick up Store, a retirada em loja de pedidos feitos no digital, tem um efeito econômico duplo que vai além da economia de frete. Ele elimina o custo logístico da entrega final para o pedido em questão, o que já melhora a margem diretamente. Mas o efeito mais valioso é outro: ele traz o cliente ao ponto físico com a decisão de compra já tomada. O balcão de retirada é uma oportunidade de venda adicional com taxa de conversão muito superior à média do e-commerce, porque o cliente não está navegando, está chegando com intenção confirmada. 

Pesquisa da Harvard Business Review com 46.000 consumidores mostrou que quem usa mais de um canal de compra gasta, em média, 4% a mais por visita à loja física do que quem compra apenas pelo canal físico. Varejistas que ativam Pick up Store com processo de atendimento estruturado no PDV capturam exatamente esse comportamento: o cliente já comprou online, já se deslocou, e está mais propenso a comprar de novo no balcão.

A Prateleira Infinita atua em outro ponto crítico da operação: a capacidade de vender em qualquer ponto da rede produtos que não estão fisicamente naquele estoque, mas disponíveis em outras unidades ou centros de distribuição. Para o cliente, a experiência é contínua, o produto existe, está disponível e será entregue. Para a operação, o efeito é duplo: elimina a perda de venda por ruptura localizada e libera estoque parado em unidades com baixa rotatividade daquele produto. Um item imobilizado em uma loja de São Paulo pode ser vendido por um vendedor em Recife via Prateleira Infinita, gerando receita, liberando capital de giro e melhorando o giro de estoque da rede em um único movimento de venda.

Esses dois recursos, quando operados sobre um OMS com visibilidade de estoque em rede e roteamento inteligente de pedidos, transformam o custo fixo de logística e estoque em ativo produtivo. O retorno não vem de uma funcionalidade isolada, mas da estrutura que conecta os pontos e elimina o atrito entre intenção de compra e receita realizada.

Prova social em escala — o ROI que entregamos ao mercado (+400%)

Pesquisas de mercado estabelecem o contexto geral. Dados de operações reais em escala constroem o business case específico.

No plano global, o Aberdeen Group documentou que empresas com estratégias omnichannel maduras retêm em média 89% dos seus clientes, enquanto empresas de canal único retêm apenas 33%. 

A McKinsey, por sua vez, identificou que varejistas com forte presença omnichannel crescem a receita três vezes mais rápido do que os que operam em canais separados. 

A Salesforce registrou que 76% dos consumidores esperam interações consistentes entre os canais da mesma marca, e a maioria deles considera a experiência fragmentada um motivo suficiente para trocar de fornecedor. Esses números definem o patamar mínimo: omnichannel deixou de ser diferencial para ser requisito de permanência no mercado.

O que os clientes Nexaas mostram é o que acontece quando essa estratégia é executada com a tecnologia certa.

A Creamy, marca de cosméticos com operação intensiva em eventos presenciais e picos de demanda concentrados, processou 3.310 pedidos em 4 dias de feira utilizando o PDV móvel da Nexaas, sem queda de sistema, sem interrupção operacional e sem perda de venda por indisponibilidade tecnológica. 

O número relevante não é o total de pedidos: é o que não aconteceu. Zero falha operacional em evento de alta concentração de demanda significa que a receita daquele pico foi integralmente capturada. Em modelos de negócio que dependem de janelas temporais de vendas, como feiras, datas sazonais e lançamentos, a capacidade de processar todos os pedidos nos momentos de pico é exatamente o que o software precisa entregar. A alternativa, queda de sistema, fila e pedidos perdidos, tem custo que não aparece como linha de despesa, mas aparece como receita que não entrou.

A Malwee, um dos maiores grupos têxteis do Brasil, reestruturou sua operação digital para processar todos seus pedidos, incluindo os de canais digitais, pelo OMS da Nexaas. O resultado mais tangível foi a velocidade de atendimento de pedidos 15 vezes superior à do processo anterior. Para uma operação em escala, essa aceleração tem implicação direta no custo: a mesma estrutura de equipe consegue processar um volume muito maior, o que reduz o custo unitário por pedido e aumenta a capacidade de atender sem precisar contratar mais gente. É a mesma equipe fazendo mais, não só um processo mais rápido.

Esses dois cases mostram caminhos distintos de retorno sobre investimento omnichannel. No caso Creamy, o ROI vem da captura de receita em janelas de pico, de tecnologia que não falha quando o volume é mais alto. No caso Malwee, o ROI vem do ganho de eficiência acumulado, de velocidade 15x maior por pedido multiplicada pelo volume processado. Somados à otimização geral de estoque de 15% que a plataforma entrega ao nível de rede, o resultado consolidado supera 400% de retorno sobre o investimento em implementação.

A pesquisa da Harvard Business Review com 46.000 consumidores reforça esse ponto ao mostrar que compradores omnichannel têm LTV 30% maior após 6 meses de relacionamento com a marca, e 23% maior após dois anos. Em um ambiente de varejo onde o custo de aquisição de cliente sobe ano a ano, manter o cliente satisfeito é vantagem econômica, não apenas indicador de atendimento.

O software para experiência do cliente no varejo, quando bem construído, fecha o ciclo entre operação interna e percepção do consumidor. A loja que não tem ruptura, que entrega no prazo prometido, que oferece Pick up Store como opção real e Prateleira Infinita como promessa cumprida está construindo retenção através da operação, não através de desconto ou campanha de marketing.

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